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Herlania Fernandes, Psicóloga
Camboriú · SC

Psicóloga para ludopatia em Camboriú

Em Camboriú a aposta costuma aparecer com uma justificativa muito específica: a de que é o caminho mais curto para mudar de patamar. Quem trabalha duro e vê o custo de vida da região subir mais rápido que o salário encontra na promessa do ganho rápido uma resposta que parece racional.

É por isso que o tratamento aqui passa obrigatoriamente pela crença, e não só pelo comportamento. Enquanto a aposta continuar sendo um plano financeiro na sua cabeça, parar vai parecer desistir do plano.

Onde acontece o atendimento

Como funciona para quem mora em Camboriú

Do Centro de Camboriú até a Rua 1500 são cerca de 10 minutos pela Rodovia Osvaldo Reis ou pela Avenida Santa Catarina. Quem vem de Monte Alegre ou do Tabuleiro leva um pouco mais, sobretudo no horário de pico do fim da tarde; nesses casos vale escolher um horário do meio do dia.

Recebo pacientes de Centro, Monte Alegre, Santa Regina, São Francisco de Assis e Tabuleiro, além de Balneário Camboriú, Itajaí.

Consultório a cerca de 10 minutos de carroOnline também disponívelSessões de 50 minutos

Sinais

Quando o jogo já saiu do controle

Apostar valores maiores para sentir a mesma emoção

Tentar recuperar o que perdeu apostando de novo, no mesmo dia

Mentir para família, cônjuge ou amigos sobre quanto joga ou quanto perdeu

Pegar dinheiro emprestado, atrasar contas ou usar limite do cartão para apostar

Prometer que parou e voltar dias depois

Irritação e inquietação quando tenta ficar sem jogar

O trabalho na prática

Como conduzo o tratamento

  • Mapear os gatilhos reais
  • Barreiras concretas
  • Desmontar as crenças do jogo
  • Reconstruir o que ficou para trás

Cada uma dessas etapas está explicada em detalhe na página sobre ludopatia, com o que costuma aparecer em cada fase e o que muda ao longo do processo.

Ver o tratamento em detalhe

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem procura psicóloga para ludopatia em camboriú

Essa é a frase que mantém o ciclo girando, e ela aparece em praticamente todos os casos que eu atendo. Trabalhar essa crença de perto, com os seus números reais na mesa, é parte central do tratamento, não uma lição de moral.

Parar sozinho já não deu certo. Tudo bem.

A primeira conversa é gratuita e sigilosa. Ninguém precisa saber que você procurou ajuda até você decidir contar.