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Herlania Fernandes, Psicóloga
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Terapia para autoestima e autocrítica

Autoestima baixa raramente aparece com esse nome. Ela chega como "sou muito exigente comigo", como dificuldade de aceitar elogio, como o peso de estar sempre devendo alguma coisa mesmo quando a entrega deu certo.

Não se trata de repetir afirmações positivas no espelho. A Terapia Cognitivo-Comportamental trabalha as regras que você aprendeu cedo sobre o próprio valor e que continuam rodando no automático décadas depois, sem nunca terem sido revistas.

  • Presencial em Balneário Camboriú
  • Online para todo o Brasil

Sinais

Como isso costuma aparecer

Minimizar as próprias conquistas e atribuir tudo a sorte

Dificuldade de aceitar elogio sem devolver uma justificativa

Aceitar menos do que você quer para não parecer exigente

Comparação constante com quem parece estar sempre à frente

Sensação de ser uma fraude prestes a ser descoberta

Adiar decisões por medo de errar na frente dos outros

Reconhecer alguns desses sinais não fecha diagnóstico. Só indica que vale conversar com alguém. A avaliação acontece na sessão, com você.

O trabalho na prática

Como esse trabalho acontece

01

Identificar a régua

Antes de mudar a autocrítica, é preciso enxergar qual é o padrão que você usa para se medir e de onde ele veio.

02

Testar as regras antigas

"Se eu errar, perco o respeito de todos" é uma hipótese, não um fato. A gente examina se ela se sustenta na sua vida real.

03

Praticar o outro repertório

Aceitar elogio, pedir o que precisa, discordar sem pedir desculpa. Isso se treina em situações concretas, entre uma sessão e outra.

04

Autocompaixão sem autoindulgência

Tratar-se com menos dureza não é passar a mão na própria cabeça. É parar de gastar energia com uma cobrança que não melhora resultado nenhum.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre autoestima

Confiança costuma ser situacional: você se sente capaz numa coisa e não em outra. Autoestima está uma camada abaixo: é o valor que você atribui a si mesma independentemente do desempenho. A terapia trabalha as duas, mas o alvo principal é a segunda.

Você não precisa continuar sendo a mais dura consigo mesma

A primeira conversa é gratuita. Traga só o incômodo. Organizar o resto é o trabalho que a gente faz junto.