Psicóloga para síndrome do pânico
O ataque de pânico chega sem aviso: o coração dispara, falta ar, o corpo formiga e vem a certeza de que você vai morrer ou enlouquecer. Muita gente vai parar no pronto-socorro na primeira vez e recebe alta com o exame limpo, sem entender o que aconteceu.
O que transforma crises isoladas em síndrome do pânico é o que vem depois: o medo de ter outra. Você começa a evitar lugar cheio, elevador, dirigir na via expressa. O mundo encolhe para caber dentro do que parece seguro.
A boa notícia é que esse é um dos quadros com melhor resposta à Terapia Cognitivo-Comportamental. Existe protocolo, existe caminho, e ele funciona.
- Presencial em Balneário Camboriú
- Online para todo o Brasil
Sinais
Como reconhecer
Crises que começam de repente e chegam ao pico em poucos minutos
Coração disparado, falta de ar, tremor, suor frio, formigamento nas mãos
Sensação de irrealidade, como se estivesse fora do próprio corpo
Medo intenso de morrer, de enfartar ou de perder o controle
Exames cardiológicos normais, mas a certeza de que tem algo errado
Evitar lugares onde já teve crise ou de onde seria difícil sair
Reconhecer alguns desses sinais não fecha diagnóstico. Só indica que vale conversar com alguém. A avaliação acontece na sessão, com você.
O trabalho na prática
O caminho do tratamento
Entender o que o corpo está fazendo
Boa parte do pavor vem de interpretar a taquicardia como enfarte. Saber o que está acontecendo fisiologicamente já reduz a intensidade da crise.
Quebrar o ciclo do medo do medo
O que sustenta a síndrome é o alarme sobre o alarme. Trabalhamos essa interpretação diretamente, que é onde a TCC tem mais evidência.
Exposição gradual e combinada
Voltar aos lugares e situações evitados, em etapas que você aceita, nunca de surpresa e nunca sem preparo.
Reduzir os comportamentos de segurança
Andar sempre com remédio na bolsa, só sair acompanhada, sentar perto da porta. Alivia agora e mantém o problema depois.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre síndrome do pânico
Não. A crise de ansiedade tem um gatilho identificável e sobe aos poucos. O ataque de pânico chega de repente, atinge o pico em minutos e vem com sintomas físicos intensos e medo de morrer. Diferenciar os dois muda o plano de tratamento.
Quem decide sobre medicação é o médico. O que posso dizer é que a TCC para pânico tem boa evidência inclusive sem medicação, e que muita gente que começa medicada consegue reduzir depois, sempre com acompanhamento psiquiátrico.
Exame normal não significa que você inventou. Significa que a origem não é cardíaca, e isso é justamente o que a terapia trata. Traga os exames para a primeira sessão se quiser: eles ajudam a fechar o quadro.
Dá para deixar de organizar a vida em torno do medo
A primeira conversa é gratuita e online, então você não precisa enfrentar deslocamento nenhum para começar.
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